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Processo de Formação de Nuvens


A atmosfera terrestre, entre muitos constituintes, contém vapor de água, que, quando em excesso, condensa, formando então as nuvens. Tudo isto tem a ver com o Ponto de Saturação (quando se atinge o valor máximo de vapor de água que a atmosfera pode suportar). Este, depende essencialmente da temperatura: a uma maior temperatura a atmosfera suporta muito mais vapor de água, demorando-se mais a atingir o Ponto de Saturação, enquanto a temperaturas baixas o Ponto de Saturação se atinge mais depressa. Por isto, no nosso país, é mais frequente a precipitação no Inverno do que no Verão.

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Tabela de Nuvens - Mês de Abril de 2009

A tabela pode ser vista aqui.
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Tabela de Nuvens - Mês de Março

Veja a tabela aqui.
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Brevemente disponibilizaremos informações sobre os processos de formação de uma nuvem. Não percam ...
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Tabela de Nuvens - Mês de Fevereiro de 2009

Veja a tabela aqui.
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Cirrocumulus



As Cirrocumulus são farrapos de nuvens altas, ou camadas de nuvens, que parecem salpicos brancos. Não exibem sombras, mesmo nos lados mais afastados do Sol. Normalmente, as nuvens são espaçadas regularmente e muitas vezes ordenadas em sulco ou rugas, como na variedade Undulatus.
Situam-se, geralmente, entre os 5000 e os 14000m de altitude, formando-se em todo o mundo com precipitação, chegada ao solo, inexistentes.
Este tipo de nuvens subdivide-se em quatro espécies: Stratiformis (quando se mostra numa camada extensiva, em vez de um farrapo só. É uma espécie menos vulgar do que a que se verifica noutros tipos de nuvem); Lenticularis (quando aparece como uma ou mais formas de “lente” ou de “amêndoa”, independentes e bem definidas, com superfícies suaves e de tamanho bem maior do que os salpicos das outras espécies); Castellanus (quando se descortinam topos ameados, sob cuidadosa inspecção) e Floccus (se observarmos bem, as nuvens desta espécie parecem do tipo Cumulus, com as bases esfarrapadas). As Cirrocumulus podem apresentar duas variedades: Undulatus (quando as nuvens aparecem em ondas de rugas ou grandes ondulações (ou ambas)) e Lacunosus (quando a camada tem buracos nas “franjas” de nuvens, como uma “rede” ou “colmeia”).

Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição


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Cirrostratus




As Cirrostratus são véus praticamente transparentes e leitosos de nuvens altas, com aspecto suave ou fibroso. Costumam cobrir grandes áreas do céu, estendendo-se por vários quilómetros quadrados, mas não são frequentemente subtis demais para serem notadas.
Situam-se, geralmente, entre os 2000 e os 9000m de altitude, formando-se em todo o mundo com precipitação, chegada ao solo, inexistentes.
Este tipo de nuvens subdivide-se em duas espécies: Fibratus (quando o véu da nuvem tem um aspecto finamente fibroso ou estriado) e Nebulosus (quando não tem variações de tom). As Cirrostratus podem apresentar duas variedades: Undulatus (quando o véu tem um aspo ondulado) e Duplicatus (quando há mais do que uma camada a diferentes altitudes. Normalmente, isto só é visível quando, à luz de um Sol baixo, a camada mais alta fica iluminada e a mais baixa está à sombra).


Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição


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NUVENS ALTAS - Cirrus




As Cirrus são as nuvens mais altas dos dez principais tipos. De laivos brancos e delicados, tufos ou bandas de cristais de gelo, são separadas umas das outras e apresenta um aspecto sedoso ou fibroso. Raramente parecem espessas. Vêem-se muitas vezes com outras nuvens altas, como a Cirrostratus e a Cirrocumulus, podendo apresentar, como elas, “fenómenos de halo” à volta do sol ou da lua.
Situam-se, geralmente, entre os 5000 e os 14000m de altitude, formando-se em todo o mundo, e não provoca precipitação (chegada ao solo).
Este tipo de nuvens subdivide-se em cinco espécies: Castellanus (quando os elementos apresentam topos como ameias (tal como nas torres dos castelos); Fibratus (quando os filamentos são curvos ou direitos, perfeitamente distintos uns dos outros e não acabam em ganchos ou tufos); Uncinus (quando os “rabos de cavalo” descendentes parecem vírgulas ou ganchos); Spissatus (é a Cirrus mais espessa de todas, com pedaços cinzentos de nuvem em frente do sol) e Floccus (com tufos pequenos e redondos, que muitas vezes mostram traços de cristais de gelo a cair por baixo). As Cirrus podem apresentar quatro variedades: Intortus (quando os laivos de nuvem são irregulares ou entrelaçadas); Duplicatus (quando há camadas a diferentes altitudes, por vezes parcialmente unidas); Radiatus (quando os filamentos estão em bandas paralelas, normalmente alinhadas com vento a grandes altitudes e que parecem convergir para o horizonte, devido a perspectiva de observação) e Vertebratus (quando os filamentos um esqueleto de peixe).


Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição

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Altostratus





As Altostratus são camadas médias de nuvens cinzentas, de aspecto fibroso e sem características especiais e que se estendem normalmente por vários quilómetros quadrados. Costumam ser compostas por gotículas de água e cristais de gelo, e deixar ver a posição do Sol ou da Lua, que ficam com um aspecto vidrado. As Altostratus podem causar uma "coroa" branca (quando é muito fina) ou colorida (disco de luz) em volta do Sol e da Lua.

Situam-se, geralmente, entre os 2000 e os 7000m.

Formam-se em todo o mundo, mais vulgarmente nas latitudes médias. A precipitação chegada ao solo não é, normalmente, nenhuma, embora possam causar chuva ou neve ligeira.

Este tipo de nuvens não apresenta qualquer espécie de Altostratus. Estas nuvens podem apresentar 5 variedades: Opacus (quando a camada de nuvem é tão grossa que tapa o sol ou a lua); Translucidus (quando é suficiente fina para podermos ver os contornos do sol ou da lua); Duplicatus (quando há mais do que uma camada a diferentes altitudes, muitas vezes unidas, ou seja, isto só se vê com a luz baixa do sol, em que a camada superior fica iluminada e a inferior na sombra, ou quando os ventos em tesoura alteram as estrias das diferentes camadas); Undulatus (quando os elementos se mostram quase paralelos); Radiatus (quando as ondulações parecem convergir em comprimento para o horizonte).

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Altocumulus



As Altocumulus são nuvens médias de camadas ou farrapos de pequenas nuvens, de forma arredondada. Podem apresentar-se de cor branca ou cinzenta e sombreadas nas zonas afastadas do Sol. São normalmente constituídas por gotículas, mas também podem conter cristais de gelo.

Situam-se, geralmente, entre os 200 e os 5500m.

Formam-se em todo o mundo. A precipitação chegada ao solo é rara mas podem causar chuva ligeira.

Este tipo de nuvens subdivide-se, geralmente, em 4 espécies: Stratiformis (a mais comum, quando as pequenas nuvens se espalham numa vasta área); Lenticularis (quando aparece como uma ou mais massas densas que parecem "amêndoas" ou "lentes", com sombras pronunciadas); Castellanus (quando as pequenas nuvens têm cristas como torres) e Floccus (quando as pequenas nuvens são tufos de cumulus, com bases esfarrapadas, muitas vezes com traços fibrosos (virga) de cristais de gelo que caem mais abaixo). As Altocumulus podem apresentar 7 variedades: Opacus (quando a camada de nuvem é tão grossa que tapa o sol ou a lua); Translucidus (quando é suficiente fina para podermos ver os contornos do sol ou da lua); Perlucidus (quando existem intervalos entre as nuvens); Duplicatus (quando há camadas a diferentes altitudes, por vezes parcialmente unidas); Undulatus (quando os elementos se mostram quase paralelos); Radiatus (quando as linhas dos elementos parecem convergir para o horizonte) e Lacunosus (quando a camada tem buracos grandes como uma rede, com farrapos de nuvens).


Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição

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Tabela de Nuvens - Mês de Janeiro de 2009

Veja a tabela aqui.
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Tabela de Nuvens - Mês de Dezembro de 2008

Veja a tabela aqui.
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NUVENS MÉDIAS - Nimbostratus




As Nimbostratus são camadas cinzentas, grossas. Costumam ter bases muito difusas devido à precipitação.Situam-se, geralmente, entre os 600 e os 5500m de altura e podem abranger uma área de várias centenas de quilómetros quadrados. Formam-se em todo o mundo, mais vulgarmente nas latitudes médias. A precipitação chegada ao solo a partir destas nuvens vem sobre a forma de chuva moderada a intensa, ou neve (constante e prolongada). Segundo algumas fontes existem espécies de nimbostratus não sendo, no entanto, algo aceite por todos.


Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição

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Stratocumulus




As Stratocumulus são camadas baixas de farrapos de nuvens, com bases bem definidas. Normalmente, são compostas por formas arredondadas ou cilíndricas, com fortes variações de tonalidade, desde o branco-brilhante ao cinzento-escuro. Os elementos da nuvem agrupam-se em camadas contínuas, que deixam ver o céu nos seus intervalos. Estas nuvens aparecem, geralmente, entre os 600 e os 2000m, formando-se em todo o mundo, visto ser uma nuvem muito vulgar. A precipitação, chegada ao solo, é geralmente composta por chuviscos ou neve ocasionais.
Este tipo de nuvem subdivide-se em três espécies: Stratiformis (quando apresenta formas redondas ou cilíndricas (semelhante a um grande tubo individual) que se estendem por uma vasta área); Lenticularis (quando uma ou mais massas nebulosas têm a forma suave e sólida de uma amêndoa ou lente) e Castellanus (quando os elementos apresentam topos como ameias (tal como nas torres dos castelos). As Stratocumulus apresentam sete variedades: Opacus (quando a camada é tão grossa que tapa completamente o sol ou a lua); Translucidus (quando é suficientemente fina para podermos ver os contornos do sol ou da lua); Perlucidus (quando existem intervalos entre as nuvens); Duplicatus (quando há camadas a diferentes altitudes, por vezes parcialmente unidas); Undulatus (quando os elementos se mostram quase paralelos); Radiatus (quando as linhas dos elementos parecem convergir para o horizonte) e Lacunosus (quando a camada tem buracos grandes como uma rede, com farrapos de nuvens).


Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição


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Stratus



As Stratus são camadas muito cinzentas, ou pedaços de nuvem sem contornos muito definidos. São a forma mais baixa de todos os tipos de nuvem, por vezes surgindo junto ao solo, chamando-se então neblina ou nevoeiro. Estas nuvens aparecem, geralmente, entre os 0 e os 2000m de altitude, formando-se em todo o mundo, mas mais vulgarmente, junto à costa e nas montanhas. A precipitação, chegada ao solo, não é mais do que chuva fina, neve ou flocos de neve.
Este tipo de nuvens subdivide-se em duas espécies: Nebulosus (quando se encontra uma camada cinzenta, geralmente sem características especiais) e Fractus (quando à rasgos separados da nuvem cinzenta). As Stratus podem apresentar três variedades: Opacus (quando a camada de nuvem é tão grossa que tapa o sol ou a lua); Translucidus (quando é suficientemente fina para podermos ver os contornos do sol ou da lua) e Undulatus (uma variedade rara, em que a camada mostra ondulações à superfície).


Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição


A todos os nossos visitantes !!

A partir de agora já podem ver as observações de nuvens feitas nos meses de Dezembro de 2008 e Janeiro e Fevereiro de 2009 !
Esperamos que se divirtam tanto como nós nesta viagem que é a descoberta de nuvens ! :).
Não queremos desiludir os nossos visitantes, por isso vamos continuar a postar mais informações sobre este "novo mundo". :).
Acompanhem-nos ...

:)