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Brevemente disponibilizaremos informações sobre os processos de formação de uma nuvem. Não percam ...
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Tabela de Nuvens - Mês de Fevereiro de 2009

Veja a tabela aqui.
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Cirrocumulus



As Cirrocumulus são farrapos de nuvens altas, ou camadas de nuvens, que parecem salpicos brancos. Não exibem sombras, mesmo nos lados mais afastados do Sol. Normalmente, as nuvens são espaçadas regularmente e muitas vezes ordenadas em sulco ou rugas, como na variedade Undulatus.
Situam-se, geralmente, entre os 5000 e os 14000m de altitude, formando-se em todo o mundo com precipitação, chegada ao solo, inexistentes.
Este tipo de nuvens subdivide-se em quatro espécies: Stratiformis (quando se mostra numa camada extensiva, em vez de um farrapo só. É uma espécie menos vulgar do que a que se verifica noutros tipos de nuvem); Lenticularis (quando aparece como uma ou mais formas de “lente” ou de “amêndoa”, independentes e bem definidas, com superfícies suaves e de tamanho bem maior do que os salpicos das outras espécies); Castellanus (quando se descortinam topos ameados, sob cuidadosa inspecção) e Floccus (se observarmos bem, as nuvens desta espécie parecem do tipo Cumulus, com as bases esfarrapadas). As Cirrocumulus podem apresentar duas variedades: Undulatus (quando as nuvens aparecem em ondas de rugas ou grandes ondulações (ou ambas)) e Lacunosus (quando a camada tem buracos nas “franjas” de nuvens, como uma “rede” ou “colmeia”).

Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição


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Cirrostratus




As Cirrostratus são véus praticamente transparentes e leitosos de nuvens altas, com aspecto suave ou fibroso. Costumam cobrir grandes áreas do céu, estendendo-se por vários quilómetros quadrados, mas não são frequentemente subtis demais para serem notadas.
Situam-se, geralmente, entre os 2000 e os 9000m de altitude, formando-se em todo o mundo com precipitação, chegada ao solo, inexistentes.
Este tipo de nuvens subdivide-se em duas espécies: Fibratus (quando o véu da nuvem tem um aspecto finamente fibroso ou estriado) e Nebulosus (quando não tem variações de tom). As Cirrostratus podem apresentar duas variedades: Undulatus (quando o véu tem um aspo ondulado) e Duplicatus (quando há mais do que uma camada a diferentes altitudes. Normalmente, isto só é visível quando, à luz de um Sol baixo, a camada mais alta fica iluminada e a mais baixa está à sombra).


Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição


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NUVENS ALTAS - Cirrus




As Cirrus são as nuvens mais altas dos dez principais tipos. De laivos brancos e delicados, tufos ou bandas de cristais de gelo, são separadas umas das outras e apresenta um aspecto sedoso ou fibroso. Raramente parecem espessas. Vêem-se muitas vezes com outras nuvens altas, como a Cirrostratus e a Cirrocumulus, podendo apresentar, como elas, “fenómenos de halo” à volta do sol ou da lua.
Situam-se, geralmente, entre os 5000 e os 14000m de altitude, formando-se em todo o mundo, e não provoca precipitação (chegada ao solo).
Este tipo de nuvens subdivide-se em cinco espécies: Castellanus (quando os elementos apresentam topos como ameias (tal como nas torres dos castelos); Fibratus (quando os filamentos são curvos ou direitos, perfeitamente distintos uns dos outros e não acabam em ganchos ou tufos); Uncinus (quando os “rabos de cavalo” descendentes parecem vírgulas ou ganchos); Spissatus (é a Cirrus mais espessa de todas, com pedaços cinzentos de nuvem em frente do sol) e Floccus (com tufos pequenos e redondos, que muitas vezes mostram traços de cristais de gelo a cair por baixo). As Cirrus podem apresentar quatro variedades: Intortus (quando os laivos de nuvem são irregulares ou entrelaçadas); Duplicatus (quando há camadas a diferentes altitudes, por vezes parcialmente unidas); Radiatus (quando os filamentos estão em bandas paralelas, normalmente alinhadas com vento a grandes altitudes e que parecem convergir para o horizonte, devido a perspectiva de observação) e Vertebratus (quando os filamentos um esqueleto de peixe).


Fonte: Pretor-Pinney, Gavin (2007) – “O mundo das Nuvens – História, Ciência e Cultura das Nuvens”, Estrela Polar, 1ª Edição

A todos os nossos visitantes !!

A partir de agora já podem ver as observações de nuvens feitas nos meses de Dezembro de 2008 e Janeiro e Fevereiro de 2009 !
Esperamos que se divirtam tanto como nós nesta viagem que é a descoberta de nuvens ! :).
Não queremos desiludir os nossos visitantes, por isso vamos continuar a postar mais informações sobre este "novo mundo". :).
Acompanhem-nos ...

:)